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Atacante lendário do Palmeiras nunca fez gol de pênalti

Seja no Palmeiras ou em qualquer outro time, saber fazer gol é uma qualidade que todo atacante tem que ter. Se possível, de pênalti…

Atacante lendário do Palmeiras nunca fez gol de pênalti

Créditos: Instagram/Palmeiras

Seja no Palmeiras ou em qualquer outro time, saber fazer gol é uma qualidade que todo atacante tem que ter. Se possível, de pênalti também. Mas muitos jogadores não costumam ir tão bem na marca da cal. É o caso, por exemplo, de Paulo Nunes.

Um dos maiores atacantes da história do Verdão, o Diabo Loiro jamais balançou a rede cobrando penalidade em toda a sua carreira. Segundo ele próprio, foram cinco cobranças ao longo de sua trajetória nos gramados, todas elas desperdiçadas, seja nas mãos dos goleiros, na trave ou para fora.

E o detalhe é que não era por falta de treinamento. Paulo ia muito bem durante a preparação para os jogos. O problema era quando estava valendo. Ousado e irreverente, o atacante sentia a pressão do estádio lotado e acabava encolhendo, por assim dizer, frente a frente com os goleiros adversários.

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“Bati cinco pênaltis na minha vida e perdi os cinco. Eu era leão de treino de pênalti. Só metia na gaveta. Uma coisa é lá no treino, outra coisa é no Morumbi. Não conseguia, batia fraco, a meia altura. Tudo o que eu corneto nos caras hoje batendo pênalti, eu batia”, disse Paulo, em entrevista ao podcast Benja Me Mucho.

Paulo Nunes fez história no Palmeiras

Penalidades a parte, Paulo deixou seu nome escrito na história da Sociedade Esportiva Palmeiras. Foram 136 jogos vestindo o manto palestrino e 62 gols marcados.

Destaque dos times do fim da década de 1990 do Verde, o Diabo Loiro foi peça importante nas conquistas dos títulos da Copa do Brasil e da Copa Mercosul, em 1998, e da Copa Libertadores da América em 1999.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.