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Arsenal não quer saber e bate o martelo sobre Gabriel Jesus

O Arsenal tomou uma decisão a respeito do futuro de Gabriel Jesus. Em meio a indefinição sobre a permanência ou não do atacante no…

Arsenal não quer saber e bate o martelo sobre Gabriel Jesus

Créditos: Instagram/Gabriel Jesus

O Arsenal tomou uma decisão a respeito do futuro de Gabriel Jesus. Em meio a indefinição sobre a permanência ou não do atacante no Emirates Stadium, a agremiação finalmente bateu o martelo e o colocou à disposição no mercado da bola.

Segundo informaram os jornalistas Bruno Andrade e André Hernan, durante o Fala a Fonte, da ESPN, os Gunners estão dispostos a negociar o camisa 9. O brasileiro já havia perdido espaço por conta dos problemas físicos e acabou ficando de lado de vez após a contratação de Viktor Gyorkeres.

Aliás, a chegada do sueco no Emirates foi um indicativo da intenção que vinha sendo trabalhada pelo clube de negociar a cria do Palmeiras. Pelo menos em um primeiro momento, a ideia de Gabriel e seu estafe é permanecer no futebol europeu, uma vez que tem mercado e está estabelecido por lá.

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Jesus tem 28 anos e entende que tem caminho a percorrer no Velho Continente por mais um tempo. Um retorno ao Brasil, portanto, fica em segundo plano. Mas esse cenário não é fixo e pode se alterar a depender de como as coisas vão acontecer nos próximos meses.

Arsenal libera e Palmeiras se anima

Quem se anima com essa informação é o Verdão. Não é segredo para ninguém que o clube sonha com a volta da Cria da Academia desde sua saída para a Europa. E o próprio atacante também deseja retornar para dar sequência a história iniciada em 2015.

Mas, conforme destacado anteriormente, tudo indica que esse reencontro levará mais um tempo para se concretizar. Além dos planos do atacante, os valores necessários para repatriá-lo estão acima dos padrões do futebol brasileiro.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.