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Anderson Barros foi demitido do Palmeiras?

Constantemente criticado por parte da torcida, Anderson Barros, diretor executivo do Palmeiras, vive incerteza quanto ao seu futuro no clube. A atuação do dirigente…

Anderson Barros foi demitido do Palmeiras?

Foto: Fabio Menotti.

Constantemente criticado por parte da torcida, Anderson Barros, diretor executivo do Palmeiras, vive incerteza quanto ao seu futuro no clube. A atuação do dirigente na aquisição de jogadores ao longo da temporada não é boa. Porém, no momento, ele segue no cargo.

“Neste momento não corre risco de demissão. Mas, a avaliação do seu trabalho para a temporada de 2022 com relação a reforços é complicada”, afirmou o jornalista Jorge Nicola.

Ao todo, Barros contratou oito atletas neste ano. Na primeira janela chegaram o goleiro Marcelo Lomba, o zagueiro Murilo, os meio-campistas Jailson e Eduardo Atuesta e o centroavante Rafael Navarro. Já no segundo período de transferências foram adquiridos os atacantes Miguel Merentiel, Flaco López e o meia Bruno Tabata.

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Desses nomes, Lomba, Jailson e Navarro estavam livres no mercado e fecharam com o Verdão sem custos de transferências. Os outros atletas custaram no total R$ 120 milhões aos cofres do clube.

Apesar da alta quantia gasta, dentro de campo os reforços trazidos por Barros não corresponderam até o momento, sendo que a temporada está se encaminhando para a sua reta final. 

Somente Murilo conquistou um lugar no time treinado por Abel Ferreira, enquanto os outros sete jogadores sequer contribuíram para fortalecer o banco de reservas palestrino. Os suplentes, aliás, são a maior fraqueza do Palmeiras.

A efeito de comparação, o Alviverde gastou R$ 84 milhões em Merentiel, López e Tabata na janela do meio do ano, e o Flamengo desembolsou R$ 87 milhões em atletas de maior qualidade.

Dinheiro gasto por Anderson Barros em 2022;

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.