⌕
★ Notícias do Palmeiras

Alex diz porquê não jogou em gigantes da Europa

Um dos maiores meias do futebol brasileiro, Alex jogou em clubes como Coritiba, Palmeiras e Cruzeiro ao longo da carreira. Atuou em alto nível…

Alex diz porquê não jogou em gigantes da Europa

Créditos: Reprodução/YouTube

Um dos maiores meias do futebol brasileiro, Alex jogou em clubes como Coritiba, Palmeiras e Cruzeiro ao longo da carreira. Atuou em alto nível e vestiu a camisa da Seleção Brasileira desde as categorias de base. Apesar do currículo, não chegou a se transferir para um grande time europeu.

Motivo pelo qual muitas das pessoas que o viram jogar questionam o porquê de isso nunca ter acontecido. Segundo o camisa 10, circunstâncias da carreira de um jogador profissional não lhe proporcionaram essa oportunidade. Ele até recebeu propostas interessantes em um determinado momento, porém não tão vantajosas a nível de trajetória.

“Quando acaba meu contrato com na Turquia, eu tenho 30 anos. Não sou mais jogador de mercado europeu. Você passa a ser jogador de uma segunda via de mercado. Conversei na época com o Borussia Dortmund (ALE), Hertha Berlin (ALE), Benfica (POR) e comecei a pensar se valia a pena fazer toda essa mudança de novo. Já tinha passado outra Copa, não fui para 2006, valia a pena?”, disse ao UOL, em entrevista antiga.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Alex não bateu em um dos chamados grandes do Velho Continente. Mas por aqui fez história por equipes gigantes e por lá jogou no Fenerbahçe, uma das maiores instituições do futebol turco. Foram oito anos defendendo o Fenerbahçe, que o fizeram alcançar o patamar de uma divindade aos olhos dos torcedores turcos.

Alex fez história no Palmeiras

Ao todo, o ex-camisa 10 vestiu o manto palestrino em 241 oportunidades, marcou 78 gols e deu 56 assistências. Além disso, conquistou quatro títulos: Copa do Brasil e da Mercosul, ambas em 1998, Copa Libertadores, em 1999, e Torneio Rio-São Paulo, em 2000.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.