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Alex Cabeção entrega jogador do nível de Ronaldinho Gaúcho que atuava no Palmeiras

Alex Cabeção, ídolo do Palmeiras, fez uma comparação entre Ronaldinho Gaúcho e um outro craque que também vestiu a camisa do Verdão. O ex-meia…

Alex Cabeção entrega jogador do nível de Ronaldinho Gaúcho que atuava no Palmeiras

Créditos: Reprodução/YouTube

Alex Cabeção, ídolo do Palmeiras, fez uma comparação entre Ronaldinho Gaúcho e um outro craque que também vestiu a camisa do Verdão. O ex-meia traçou um paralelo entre Bruxo e Djalminha, que eram equivalentes no quesito inteligência com a bola nos pés, porém distintos no que dizia respeito a parte física.

“A parte física muda muito o que o jogador vai fazer dentro do campo. Eu sempre uso o exemplo do Gaúcho. Ele era gênio com a bola. Mas o Djalma também era. Na hora que a gente entrava na inteligência do jogo, o Djalma também tinha a mesma inteligência do Ronaldo. Só que na explosão física era um atropelo”, disse, em entrevista ao Charla Podcast.

De acordo com o ex-palestrino, o Gaúcho era um desses atletas privilegiados fisicamente, difíceis de derrubar. E isso permitia a ele fazer jogadas como os famosos três chapéus seguidos ou então o gol diante do Real Madrid. Já Djalma, que não tinha a mesma capacidade corporal, tinha o drible como principal arma.

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“O gol que o Ronaldo pega do meio de campo e leva até dentro do gol, contra o Real Madrid, eu jamais faria. Eu tô falando sobre a característica de cada um. Isso dá diferença. O Djalminha até poderia fazer um gol carregando todo mundo, mas não no arraste, e sim no drible, no balanço”, acrescentou.

Alex Cabeção virou treinador

Após pendurar as chuteiras, Alex optou por seguir o caminho de treinador. O ex-Verdão soma passagens pelo Sub-20 do São Paulo, pelo Avaí e, mais recentemente, pelo Antalyaspor, da Turquia. 

Livre no mercado, o craque está aberto a propostas. Como atleta, fez história vestindo as camisas do Palestra, do Cruzeiro, do Coritiba e do Fenerbahçe.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.