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Alex aceita treinar o Palmeiras após saída de Abel Ferreira

Ídolo do Palmeiras, Alex topa assumir o time após a saída de Abel Ferreira. Começando a carreira de treinador, o ex-meia-atacante vê com bons…

Alex aceita treinar o Palmeiras após saída de Abel Ferreira

Créditos: Fábio Menotti/Palmeiras

Ídolo do Palmeiras, Alex topa assumir o time após a saída de Abel Ferreira. Começando a carreira de treinador, o ex-meia-atacante vê com bons olhos a possibilidade de voltar a trabalhar no clube com o qual criou grande identificação nos tempos de jogador.

“Se tivesse oportunidade, sim. Eu nunca fui palmeirense criança, eu fui palmeirense durante cinco anos. Eu tenho um carinho grande pelo Palmeiras e tenho um agradecimento enorme. A mesma coisa vale para o Cruzeiro”, disse, em entrevista ao programa Benja Me Mucho, do apresentador Benjamin Back.

O craque da camisa 10 iniciou sua trajetória à beira do gramado no Sub-20 do São Paulo, fazendo um bom trabalho. Em seguida, teve uma breve passagem pelo Avaí e mais recentemente treinou o Antalyaspor, da Turquia. Livre no mercado, ele busca um novo projeto para dar sequência à carreira.

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Como jogador, Alex fez história vestindo o manto palestrino. Foram 243 jogos e 78 gols marcados, somando as duas passagens pelo clube. Além quatro títulos conquistados, dentre os quais a Copa Libertadores da América de 1999, sendo destaque do time.

Alex descarta trabalhar no Athletico-PR

A única equipe que o ex-meia descarta dirigir é o Athletico. Torcedor do Coritiba desde a infância e com uma forte ligação com o clube, ele não vê sentido em aceitar um convite do arquirrival, por mais bem estruturado que este esteja.

“Não seria. O Athletico Paranaense é maravilhoso, tem uma estrutura espetacular. Mas além da minha relação com o Coritiba, além da arquibancada, ela é familiar. Eu sou casado com uma mulher que é filha de um ex-presidente do clube. Os meus filhos cresceram dentro do clube. Não tem muita lógica”, afirmou.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.