★ Notícias do Palmeiras

Ademir da Guia responde se foi injustiçado na Copa de 1974

Lenda do Palmeiras e um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro, Ademir da Guia foi injustiçado na Seleção. Assim como outros craques…

Ademir da Guia responde se foi injustiçado na Copa de 1974

Créditos: Divulgação/Palmeiras

Lenda do Palmeiras e um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro, Ademir da Guia foi injustiçado na Seleção. Assim como outros craques da época, o Divino não recebeu as chances que deveria. Especialmente na Copa de 1974, quando acabou sendo vítima do bairrismo de Mário Jorge Lobo Zagallo.

“Se eu fui injustiçado na Seleção? Na Copa do Mundo de 1974, sim. Naquele tempo havia muito bairrismo. O Zagallo sempre trabalhou no Rio. Ele me pôs para disputar a vaga com o Rivellino. Ele poderia jogar mais aberto na esquerda e eu jogar. Mas aí teria de mexer com o Paulo César Caju ou com o Dirceu. Dois jogadores identificados com o futebol carioca”, disse Ademir, em entrevista ao jornalista Cosme Rímoli.

Ademir ganhou uma única oportunidade de jogar naquele Mundial, realizado na Alemanha, que foi na disputa do terceiro lugar. Ainda assim, o camisa 10 do Verdão não ficou em campo a partida toda. Foi substituído pelo Velho Lobo no segundo tempo. Resultado? o time acabou perdendo para a Polônia.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

“Só joguei contra a Polônia, na decisão do terceiro lugar. E o time estava indo muito bem, quando o Zagallo me tirou. E o Brasil perdeu”, acrescentou a lenda do Maior Campeão do Brasil, relembrando a injustiça sofrida vestindo a camisa amarelinha.

Ademir da Guia foi impedido de deixar o Palmeiras

Ademir recebeu diversas ofertas ao longo da carreira. Mas, naquele tempo de leis diferentes das atuais, os presidentes palmeirenses recusaram todas. Considerado inegociável, o Divino foi ficando e, com isso, se tornou uma lenda no antigo Parque Antarctica.

“Por que não saí do Palmeiras? Porque todos os presidentes me disseram que eu era inegociável. Soube que surgiram várias propostas. Mas eu era inegociável, sabe o que é isso? E eu era muito feliz no Palmeiras”, contou o ex-meia.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.