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Aconteceu agora: Flamengo fica moscando e perde reforço de Seleção

Visando fortalecer seu elenco, o Flamengo está ativo no mercado em busca de reforços. Um dos principais alvos do clube da Gávea, porém, poderá…

Aconteceu agora: Flamengo fica moscando e perde reforço de Seleção

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo.

Visando fortalecer seu elenco, o Flamengo está ativo no mercado em busca de reforços. Um dos principais alvos do clube da Gávea, porém, poderá não desembarcar no Rio de Janeiro. Isso porque os cariocas não chegaram a um acordo com o meia-atacante colombiano Matheus Uribe, de 32 anos, que deve permanecer no Porto, de Portugal.

Segundo informações do jornalista Pedro Sepúlveda, os valores salariais oferecidos pelo Rubro-Negro ficaram distantes das cifras solicitadas pelo jogador e, por isso, as tratativas estão paralisadas. O que estava nos planos dos dirigentes flamenguistas era pagar R$ 1 milhão por mês ao atleta.

Além disso, os familiares do meio-campista não viram com bons olhos a possibilidade de se mudar para o Brasil. O Rio de Janeiro, em específico, não seria a primeira opção do jogador e de sua família caso eles venham a deixar a Europa.

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Uribe entrou nos últimos seis meses de vínculo com os Dragões e está livre para assinar um pré-contrato com qualquer outro time. O Porto não pretende liberá-lo antes do término do período restante do acordo.

Flamengo tem data limite para reforçar o elenco de Vítor Pereira

A janela de transferências para negociações internacionais se encerra nesta segunda-feira (3). Depois de hoje só será possível fazer contratações no mercado interno, uma vez que a CBF estendeu a data limite até o dia 20 de abril.

Sendo assim, as possibilidades se reduzem ao Fla, que corre para adquirir reforços para qualificar o plantel a pedido do técnico português Vítor Pereira.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.