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Abel Ferreira repudia caso de racismo contra jogador do Palmeiras

O técnico Abel Ferreira foi mais um que repudiou o caso de racismo sofrido por Luighi, joia das categorias de base do Palmeiras. O…

Abel Ferreira repudia caso de racismo contra jogador do Palmeiras

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

O técnico Abel Ferreira foi mais um que repudiou o caso de racismo sofrido por Luighi, joia das categorias de base do Palmeiras. O atacante de 18 anos foi alvo de ataques na partida contra o Cerro Porteño, no Paraguai, na noite da última quinta-feira (6), pela Copa Libertadores Sub-20.

Em seu perfil oficial no Instagram, o comandante palestrino compartilhou a entrevista impactante do garoto. Após o jogo, a Cria da Academia chorou e cobrou duramente as autoridades responsáveis pelos atos racistas da torcida paraguaia, que já havia feito o mesmo com outros atletas alviverdes em 2023.

Além da entrevista, Abel alterou sua foto de perfil para o símbolo da campanha “Somos Sociedade”, lançada pelo Verdão no ano passado e que tem como objetivo promover o combate a discriminação e ao ódio. As frases “Todos Somos Um”, “Respeito ao Próximo”, “Somos Sociedade” e “Questão de Humanidade” estão presentes na arte.

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Assim como o português, os jogadores do elenco palmeirense compartilharam em seus perfis a nota oficial emitida pelo clube, condenando o caso. Os companheiros de elenco também demonstraram apoio ao jovem na publicação feita por ele.

Palmeiras quer prisão dos responsáveis

No comunicado oficial, o Verde não só repudiou mais um episódio de racismo contra brasileiros em jogos nos países vizinhos, como também afirmou que vai até as últimas instâncias para que os responsáveis sejam punidos.

Torcedores do Cerro imitaram gestos de macaco e cuspiram em direção ao atleta palmeirense na beira do gramado do Estádio Gunther Vogel, casa do San Lorenzo do Paraguai.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.