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Abel Ferreira não dá mole e tira Dudu de campo mais que todos os outros

Ao longo da temporada, o técnico Abel Ferreira adotou uma estratégia para administrar a parte física do elenco. Ao invés de rodar todo o…

Abel Ferreira não dá mole e tira Dudu de campo mais que todos os outros

Imagem: Cesar Greco.

Ao longo da temporada, o técnico Abel Ferreira adotou uma estratégia para administrar a parte física do elenco. Ao invés de rodar todo o time, como geralmente é visto no futebol brasileiro, o português optou por poupar os titulares ao longo dos jogos, substituindo as principais peças. E quem mais sofreu com isso foi Dudu, pelo menos no Brasileirão.

O camisa 7, que em algumas oportunidades mostrou irritação ao ser tirado de campo, foi sacado em 26 das 32 partidas do Verdão na competição nacional. Ou seja, ele só atuou durante 90 minutos em seis jogos.

Contrariando o desejo dos torcedores palestrinos, o “Baixola” é o jogador que mais foi substituído ao longo do Campeonato Brasileiro de 2022.

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Em contrapartida, um ex-palmeirense é quem mais se beneficiou das trocas. Willian Bigode, atualmente reserva no Fluminense, entrou 25 vezes no decorrer dos confrontos.

O Alviverde e o Internacional de Mano Menezes são os times que mais foram efetivos ao fazer alterações no torneio. Enquanto o líder da competição balançou as redes 11 vezes com os jogadores vindos do banco, os vice-líderes marcaram 12 tentos.

Substituído por Abel Ferreira, ídolo faz grande temporada

De contrato recém renovado, Dudu mantém o alto nível que perdura desde 2015, quando chegou no Allianz Parque e faz um grande ano.

Aos 30 anos, o Baixola entrou em campo 60 vezes na temporada, balançou as redes adversárias oito vezes e distribuiu 11 assistências para os companheiros.

Com oito troféus erguidos (Libertadores (2x), Brasileirão (2x), Copa do Brasil, Flórida Cup, Paulistão e Recopa Sul-Americana), o ídolo amplia cada dia mais a sua história no clube.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.