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Abel Ferreira joga tudo no ventilador após eliminação “Não posso ajudar quem não quer ser ajudado”

Após a eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil, na noite desta quinta-feira (14), o técnico Abel Ferreira falou sobre o caso de Gabriel…

Abel Ferreira joga tudo no ventilador após eliminação “Não posso ajudar quem não quer ser ajudado”

Abel Ferreira falou após eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil. Foto: Cesar Greco/Palmeiras.

Após a eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil, na noite desta quinta-feira (14), o técnico Abel Ferreira falou sobre o caso de Gabriel Veron, flagrado em balada antes da partida decisiva. O português disse que perdoa os erros de seus atletas, mas não pode ajudar quem não quer.

“Não sou treinador de pendurar, xingar ou insultar nenhum jogador. Não foi essa educação que meus pais me deram. Eu perdoo, desde que sinta do outro lado a vontade de fazer. Não posso ajudar quem não quer ser ajudado”, declarou Abel.

O ocorrido não foi o primeiro envolvendo jovens da base do Palmeiras. Para o treinador, esse problema de falta de profissionalismo de muitos atletas brasileiros está na formação do homem.

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“Nossa função, além de ser treinador, é educar. Já disse várias vezes que o Brasil carece muito da formação do homem. Começa na escola e na família. O homem que se é que se triunfa no profissional que se quer ser”, concluiu.

Abel Ferreira teve conversa com Gabriel Veron

Após o ocorrido, Veron foi multado em 40% do salário pela diretoria, a punição máxima que o clube pode aplicar. Além disso, o jogador foi penalizado conforme as normas internas do clube.

No entanto, a melhor medida tomada nesta situação foi por parte de Abel. Segundo o jornalista André Hernan, durante a transmissão do Choque-Rei, no Amazon Prime, o treinador teve uma conversa com o jogador. 

De acordo com Hernán, o português deu uma bronca em Gabriel. Mas, nem por isso, deixou de dar confiança ao jogador e apostar nele, tanto que o escalou como titular no jogo decisivo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.