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Abel Ferreira não perdoa e cita erro de Flaco López em entrevista

Em entrevista coletiva após a derrota do Palmeiras no primeiro jogo das semifinais da Libertadores, Abel Ferreira lamentou a chance perdida pelo centroavante Flaco…

Em entrevista coletiva após a derrota do Palmeiras no primeiro jogo das semifinais da Libertadores, Abel Ferreira lamentou a chance perdida pelo centroavante Flaco López no início da partida. Para o treinador, em duelos decisivos deste tipo, a eficácia é determinante.

Nesses jogos, eficácia é determinante. A primeira e grande chance do jogo foi nossa, nós sabíamos que seria difícil. Tivemos três chances para fazer o gol. Uma clara com o López, que foi precipitado e vai ter mais calma para fazer isso em outros jogos”, disse o treinador.

Logo aos cinco minutos do primeiro tempo, o camisa 18 teve em seus pés a bola do jogo para o Verdão, como se confirmou depois do apito final.

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O atacante fez tabela com Dudu e recebeu uma linda devolução do “Baixola”, que o deixou na cara do gol. Ele tentou ajeitar o corpo para finalizar de perna esquerda, conseguiu concluir, mas mandou a bola para longe da meta.

Com o resultado desfavorável de 1 a 0 da ida, o Palestra precisará de dois gols para avançar para a final no Allianz Parque, na próxima terça-feira, dia 6 de setembro.

Abel Ferreira explicou o motivo de ter começado com López

Sem Gustavo Scarpa suspenso, muito se questionou quem Abel escalaria para a peleja decisiva. Se Rony, artilheiro do time na Liberta, deveria ser deslocado para a ponta ou mantido como centroavante. 

Na coletiva, o treinador explicou porquê optou mandar Flaco a campo entre os 11 iniciais.

“O López fez um bom jogo contra o Corinthians, hoje ele teve duas chances de fazer o gol. Queríamos ter um centroavante que ligava o jogo e prendia a bola, abrindo espaço. Optamos pelo López porque ele sabe jogar esse tipo de jogo. Essa foi nossa ideia, ter um jogador que sabia buscar espaço nas costas (da zaga)”, declarou.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.