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Abel Ferreira desabafa sobre o trágico caso de Renan, do Palmeiras

Em entrevista coletiva após a vitória do Palmeiras diante do Internacional, o técnico Abel Ferreira falou sobre o caso de Renan, envolvido na morte…

Em entrevista coletiva após a vitória do Palmeiras diante do Internacional, o técnico Abel Ferreira falou sobre o caso de Renan, envolvido na morte de um motociclista na última sexta-feira (22). O treinador prestou solidariedade à vítima e falou que esperará a justiça fazer a parte dela.

“Minhas primeiras palavras são de sincero e profundo pesar e sentimento para a família da vítima. Impossível recuperarmos o que aconteceu e o pai dessa família. Não farei nenhum juízo de valor antes da justiça fazer o seu papel”, disse o português.

Na sequência, Abel falou brevemente da relação com o jogador no Verdão. Segundo o treinador, o zagueiro foi um bom profissional no dia a dia de trabalho na Academia de Futebol.

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“Eu, durante o tempo que trabalhei com ele, só tenho coisas boas a dizer dele. Estava no clube desde os 11 anos. Não vou comentar muito mais, a não ser dar meus profundos sentimentos à família da vítima”, concluiu.

Declarações de Abel Ferreira a parte, Renan pode pegar pena de 20 anos de prisão

Segundo informações, o zagueiro de 20 anos apresentava sinais de embriaguez e teria se recusado a fazer o teste do bafômetro após invadir a contramão e atingir o motociclista, que não resistiu aos ferimentos.

O atleta foi indiciado por homicídio culposo sob efeito de álcool, que tem pena de cinco a oito anos. Entretanto, caso o Ministério Público, responsável pela denúncia, entenda que ele assumiu o risco de matar, o crime passa a ser caracterizado como doloso.

Neste caso, se o processo for enquadrado no artigo 121 do código penal, Renan pode pegar uma pena máxima de 20 anos de prisão.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.