O Palmeiras está lidando com uma semana agitada nos bastidores. Isso porque o clube acompanha de perto uma mudança histórica envolvendo seu estádio, ao mesmo tempo em que avança para oficializar novos contratos de patrocínio que reforçam sua força financeira no futebol nacional.
O principal destaque do dia é o acordo entre a WTorre e o Nubank para os naming rights da arena palmeirense. O evento de anúncio está previsto para acontecer na própria casa alviverde, marcando o fim de uma era após mais de uma década com o nome Allianz estampado no estádio.
O novo contrato gira em torno de US$ 10 milhões por temporada (cerca de R$ 51 milhões anuais) com duração prevista até 2034. Apesar de não ser o detentor direto do acordo, o Palmeiras tem direito a 15% dos valores envolvidos, garantindo uma receita relevante com a mudança.
Paralelamente, o clube também se movimentou para ampliar sua carteira de patrocinadores. Duas novas marcas já estão acertadas para estampar o uniforme alviverde, reforçando o planejamento comercial da temporada.
A Embracon ocupará o espaço do esterno da camisa, entre o escudo e a fornecedora esportiva, em um contrato de R$ 6 milhões fixos por ano. Já a MotoChefe, empresa do setor de mobilidade elétrica, investirá R$ 2,5 milhões por temporada para estampar sua marca no calção.
Palmeiras avança por novos contratos
Mesmo com os novos acordos, o Palmeiras segue ativo no mercado. A diretoria de marketing ainda busca fechar patrocínios para a barra traseira da camisa e também para as categorias de base, ampliando ainda mais as receitas.
Atualmente, o clube já conta com um portfólio robusto de parceiros, incluindo a Sportingbet como patrocinadora máster, além de marcas como Cimed, Puma e outras empresas que fortalecem o modelo comercial do Verdão.
Com novos contratos prestes a serem oficializados e uma mudança simbólica no estádio, o Palmeiras tem o objetivo de ultrapassar o valor de R$ 300 milhões com o uniforme. Além disso, o naming rights do estádio desponta como fator extra.









