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Palmeiras decide emprestar atacante comprado por R$ 25 milhões

O Palmeiras começou a colocar o planejamento da próxima temporada em prática e, neste sentido, tem trabalhado para negociar algumas peças. Jogadores que não…

Palmeiras decide emprestar atacante comprado por R$ 25 milhões

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

O Palmeiras começou a colocar o planejamento da próxima temporada em prática e, neste sentido, tem trabalhado para negociar algumas peças. Jogadores que não deram uma boa resposta ao longo deste ano devem deixar o clube para abrir espaço no elenco.

É o caso, por exemplo, de Bruno Rodrigues. Segundo informação do jornalista Diego Firmino, do Canal P de Porco, a diretoria alviverde pretende emprestar o atacante de 28 anos. A ideia é que ele dispute o Campeonato Paulista por outra equipe.

Depois de um longo tempo afastado por conta de duas lesões graves, o camisa 11 voltou a jogar no segundo semestre. Oportunidades surgiram, inclusive para ser titular. Ele, porém, não conseguiu aproveitar e deixou a desejar nas vezes em que esteve em campo.

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Não por acaso, finalizou o calendário como um dos mais criticados pela torcida que canta e vibra. Contratado no início de 2024, por cerca de R$ 25 milhões, Bruno tem dois gols marcados em 13 partidas disputadas vestindo o manto palestrino.

Palmeiras quer abrir espaço no plantel

A exemplo de Bruno, outros atletas que tiveram um rendimento abaixo do esperado na temporada também podem ser negociados. São os casos de Micael e Aníbal Moreno.

As movimentações são vistas como maneiras de abrir espaço no grupo para adicionar novas peças e qualificar o time para a disputa da jornada que vem.

Estão na pauta as contratações de um zagueiro, um volante, um meia e um atacante que cheguem com condições de disputar a titularidade das posições.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.