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Palmeiras prepara pacotão de venda de R$ 400 milhões em jogadores para 2026

O Palmeiras espera arrecadar quase R$ 400 milhões com vendas de jogadores ao longo da temporada de 2026. Assim como em jornadas anteriores, o…

Palmeiras prepara pacotão de venda de R$ 400 milhões em jogadores para 2026

Créditos: Donnay Medeiros/Palmeiras

O Palmeiras espera arrecadar quase R$ 400 milhões com vendas de jogadores ao longo da temporada de 2026. Assim como em jornadas anteriores, o clube alviverde projeta nas transferências sua principal fonte de renda do ano que vem.

Conforme consta no orçamento aprovado pelo Conselho de Orientação Fiscal (COF), do R$ 1,2 bilhão de arrecadação projetados, 32,5% são esperados com negociações de direitos econômicos. Ou seja, o Verdão prevê faturar R$ 384 milhões.

De acordo com a ESPN, a diretoria alviverde planeja fazer essa grana somente com novas vendas. Não serão contabilizadas parcelas de transferências anteriores que o clube ainda tem a receber. Embora não tenham vendas certas, há candidatos.

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Riquelme Fillipe, por exemplo, é um nome que interessa ao futebol europeu e tem grandes chances de ser negociado. O mesmo se aplica a outras Crias da Academia, como Luighi, Benedetti e Allan, que também são bastante visados pelo Velho Continente.

Palmeiras tem feito fortuna com a base

A projeção ambiciosa do Verde não é por acaso. O clube tem feito muito dinheiro nas últimas janelas com vendas de talentos formados nas categorias de base.

Só Estêvão pode render até R$ 358 milhões aos cofres palestrinos, a depender das bonificações incluídas no contrato. Endrick, Vitor Reis e Luis Guilherme também foram negociados por verdadeiras fortunas.

Isso para ficar nas principais transferências. Existem ainda outras negociações que não chegaram a patamares tão elevados, mas também renderam belas cifras.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.