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Palmeiras aceita vender dois jogadores após temporada fracassada em 2025

O Palmeiras prepara mudanças para o ano que vem após a temporada fracassada de 2025, marcada por investimento recorde e nenhum título. Algumas delas…

Palmeiras aceita vender dois jogadores após temporada fracassada em 2025

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

O Palmeiras prepara mudanças para o ano que vem após a temporada fracassada de 2025, marcada por investimento recorde e nenhum título. Algumas delas dizem respeito a jogadores que não tiveram bom desempenho e passam a constar como ‘negociáveis’.

De acordo com a ESPN, o Verdão não colocará obstáculos para vender o zagueiro Micael e o lateral-direito Agustín Giay. Fora dos planos da comissão técnica de Abel Ferreira, a dupla pode ser liberada mesmo se não chegarem ofertas fora da curva.

Contratado no começo da jornada para compor elenco, Micael até teve um início promissor no Allianz Parque. Mas parou por aí. O camisa 13 não conseguiu se firmar como uma boa opção no banco e chega ao fim do calendário como um dos mais criticados pela torcida.

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Já Giay, adquirido em meados de 2024, chegou para brigar pela titularidade da posição. E chances para mostrar serviço não faltaram. O argentino, no entanto, não conseguiu corresponder e também virou alvo fácil dos questionamentos dos torcedores palmeirenses.

Mais jogadores podem deixar o Palmeiras

Além dos defensores, outras peças do plantel também podem pegar o caminho de saída da Academia de Futebol na próxima janela. Weverton, que está na mira do Grêmio, é um que pode se despedir em breve.

Emiliano Martínez, que interessa ao River Plate, é outro. Mas, pelo menos por enquanto, a única certeza de saída é a de Marcelo Lomba, que contrato só até o fim de dezembro e não irá renovar para a próxima temporada.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.