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Palmeiras descobriu que jogador torcia pro Corinthians e mandou embora

O Palmeiras descobriu que jogador do elenco torcia para o Corinthians e, com essa justificativa, o mandou embora. O atleta em questão é o…

Palmeiras descobriu que jogador torcia pro Corinthians e mandou embora

Créditos: Gustavo Vasco / Corinthians

O Palmeiras descobriu que jogador do elenco torcia para o Corinthians e, com essa justificativa, o mandou embora. O atleta em questão é o ex-atacante Ewerthon, que foi formado nas categorias de base do rival e teve breve passagem pelo Verdão.

Quem fez a revelação foi o próprio ex-jogador, em participação no Podcast do Denílson Show, no YouTube. Segundo ele, a ligação com a agremiação do Parque São Jorge foi usada pela diretoria alviverde da época para mandá-lo embora.

“Eu jogo a temporada de 2011 no clube (Palmeiras) e depois sou mandado embora com a justificativa de ser corinthiano. Por ter sido originado do Corinthians… Essa foi a justificativa, ‘um casamento que não deu certo”, disse.

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Revelado pelo rival, Ewerthon fez carreira no futebol europeu. Ao encerrar a trajetória no Velho Continente, tinha como objetivo voltar para o clube do coração. Mas o Palestra apareceu no caminho primeiro e os planos mudaram.

Apesar de ser torcedor corintiano, o ex-atacante garante que nunca faltou profissionalismo de sua parte no antigo Parque Antarctica. Até por conta disso, não entendeu bem a justificativa dada pela cúpula palmeirense na época da demissão.

Ewerthon teve curta passagem pelo Palmeiras

Contratado pelo Verde após oito anos no futebol europeu, o atacante disputou apenas a temporada de 2010. Ao todo, foram 39 jogos disputados e nove gols marcados.

Nesse período, jogou um Dérbi, no dia 1 de agosto, pelo Brasileirão. Titular na ocasião, foi substituído no decorrer do clássico, que terminou empatado em 1 a 1, no Pacaembu.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.