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Jogador do Vasco ganhou MUITA GRANA na loteria e decidiu pular do barco Cruzmaltino

Jogador tirou a sorte grande, ganhou na loteria e, logo em seguida, deixou o Vasco da Gama a ver navios. O sortudo foi o…

Jogador do Vasco ganhou MUITA GRANA na loteria e decidiu pular do barco Cruzmaltino

Créditos: Matheus Lima/Vasco

Jogador tirou a sorte grande, ganhou na loteria e, logo em seguida, deixou o Vasco da Gama a ver navios. O sortudo foi o goleiro Gabriel Rodriguez, que foi premiado pouco tempo depois de ser contratado e não pensou duas vezes antes de deixar o clube.

Em 1945, o Cruzmaltino contratou Rodriguez junto ao Comercial, de Ribeirão Preto, visando fortalecer o time. E o movimento se mostrou acertado, uma vez que o arqueiro ajudou a equipe a conquistar o título estadual. O problema foi o que veio após o êxito.

Rodriguez foi para Caxambu, interior de Minas Gerais, passar férias. Por lá, comprou um bilhete na Loteria Federal e foi premiado. O jogador ganhou 200 mil cruzeiros, uma quantia significativa na época, decidiu largar o futebol e voltou para São Paulo, sua terra natal.

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Pego de surpresa com a notícia, o Vasco precisou se virar. E a sorte não poderia ter sorrido mais brilhantemente para o clube. Quem assumiu a vaga no time foi ninguém menos que Barbosa, que veio a se tornar uma lenda em São Januário, com 431 partidas com a camisa vascaína e um hexacampeonato carioca conquistado.

Ex-Vasco encerrou a carreira no Palmeiras

A aposentadoria de Gabriel Rodríguez não durou muito tempo. Um ano depois, o goleiro decidiu voltar aos gramados e, então, firmou compromisso com o Verdão.

Foram dois anos vestindo o manto palestrino. Ao todo, disputou 37 partidas pelo Palestra, sendo 27 na primeira temporada. Sem grandes perspectivas no futebol, resolveu pendurar as chuteiras no antigo Parque Antarctica.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.