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Goleiro Bruno se deu mal e levou voadora após voltar a jogar no Rio de Janeiro

O goleiro Bruno não foi muito bem recebido em seu retorno aos campos do Rio de Janeiro, onde se tornou ídolo vestindo a camisa…

Goleiro Bruno se deu mal e levou voadora após voltar a jogar no Rio de Janeiro

Créditos: Instagram/Goleiro Bruno

O goleiro Bruno não foi muito bem recebido em seu retorno aos campos do Rio de Janeiro, onde se tornou ídolo vestindo a camisa do Flamengo. O time do ex-jogador esteve envolvido em confusão generalizada em um campeonato de várzea e, no meio da briga, ele acabou levando uma voadora.

O Água Doce do Norte, equipe defendida pelo arqueiro, amargou a eliminação na semifinal da competição que disputava. Após o apito final do jogo, com os ânimos ainda acalorados, os jogadores dos dois times iniciaram uma treta generalizada. O episódio aconteceu em agosto de 2024.

Um vídeo que circulou nas redes sociais mostra o goleiro, em determinado momento, levando uma voadora. Bruno se manteve no meio da confusão mesmo depois de ter sido golpeado. Contudo, não reagiu e, aparentemente, estava preocupado em acalmar companheiros e adversários.

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Hoje aposentado dos gramados, Bruno relembra os tempos de jogador profissional nos campos do futebol amador. Condenado em 2013 a 22 anos e três meses pelo assasinato de Eliza Samudio, mãe de seu filho, o ex-flamenguista está em liberdade condicional desde janeiro de 2023.

Goleiro Bruno tem nova profissão

Aos 40 anos de idade, Bruno precisou encontrar maneiras de ganhar a vida após deixar a prisão. Uma delas foi entregando móveis em uma loja localizada na cidade de Rio das Ostras, litoral do Rio de Janeiro.

O ex-arqueiro também tentou levar adiante uma loja de açaí, porém sem sucesso. De acordo com ele, o que prejudicou o empreendimento foi a forma pejorativa com a qual o estabelecimento foi retratado na mídia local.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.