★ Notícias do Palmeiras

Neto colocou a camisa do Palmeiras e provocou o Corinthians

José Ferreira Neto é um dos maiores ídolos da história do Corinthians. Mas o que nem todos sabem é que antes de jogar no…

Neto colocou a camisa do Palmeiras e provocou o Corinthians

Créditos: Reprodução/Band

José Ferreira Neto é um dos maiores ídolos da história do Corinthians. Mas o que nem todos sabem é que antes de jogar no clube do Parque São Jorge, o meia-atacante vestiu a camisa do Palmeiras e, bem ao seu estilo, provocou o time com o qual se identificaria mais tarde na carreira.

Cria da base do Guarani, o jovem meia passou por Bangu e São Paulo antes de ser negociado com o Verdão. Em 1989, aos 23 anos, desembarcou no antigo Parque Antarctica para integrar o elenco alviverde. A passagem foi curta, durou apenas seis meses e teve poucos bons momentos.

Um deles, porém, valeu muito a pena. Em um Dérbi disputado no Morumbi, o atleta acabou com o jogo: fez um gol e deu uma assistência na vitória palmeirense por 2 a 0. Na comemoração do tento, provocou a torcida adversária e beijou o escudo do Palestra.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Em entrevista concedida após o apito final, disparou: “A emoção de um lado é o Palmeiras vibrando e do outro é o silêncio deles. Eu sempre faço gol contra eles”. Um episódio que marcou sua carreira e do qual lembra com carinho: “Era legal fazer gol contra o Corinthians. Foi importante pra caramba”.

Neto trocou o Verde pelo Alvinegro

Em julho daquele ano, o meia trocou de lado no Dérbi. Os desentendimentos com Emerson Leão, que comandava o time alviverde na época, motivaram a saída.

Curiosamente, foi atuando no maior rival do Verdão que o jogador teve mais sucesso. Em duas passagens por lá, disputou mais de 200 jogos e foi o grande protagonista da conquista do título brasileiro de 1990, o primeiro da equipe a nível nacional.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.