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Jornal antecipa o campeão da Copa do Mundo de 2026

A Copa do Mundo de 2026 já tem um vencedor. Pelo menos foi isso o que apontou recentemente o jornal britânico The Telegraph, que…

Jornal antecipa o campeão da Copa do Mundo de 2026

Créditos: Divulgação/Fifa

A Copa do Mundo de 2026 já tem um vencedor. Pelo menos foi isso o que apontou recentemente o jornal britânico The Telegraph, que fez uma previsão do que acontecerá no torneio com base nos dados das casas de apostas.

Conforme noticiou o periódico, a Espanha, atual campeã europeia, é a grande favorita a conquistar o título. A Fúria lidera o ranking das odds, com 4/1. Brasil, França e Inglaterra são os selecionados que mais se aproximam do país ibérico, com cotação de 6,5/1.

Atual campeã mundial e sul-americana, a Argentina figura apenas na sexta colocação, com odds de 8/1. A Alemanha, por sua vez, completa a lista das favoritas, mas está bem atrás das demais: 12/1. Por vezes apontado como potencial candidato, Portugal fica ainda mais distante.

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Campeã em 2010, a Espanha talvez tenha sido a seleção que apresentou o desempenho mais sólido ao longo do ciclo. Não por acaso, faturou a Euro. Além da parte coletiva, o selecionado rojo conta com alguns talentos individuais como Lamine Yamal e Nico Williams, que também são considerados nas projeções.

Brasil entre os favoritos da Copa do Mundo de 2026

Um ponto relevante do ranking das odds é a posição do Brasil. Antes bastante questionado e desacreditado, o selecionado canarinho vem em ascensão sob o comando de Carlo Ancelotti e agora se coloca como um candidato ao título no ano que vem.

Recentemente, Thomas Tuchel, técnico da Inglaterra, corroborou com essa previsão e colocou o time verde e amarelo entre os favoritos junto com Espanha e Argentina. É um cenário que devolve a esperança do torcedor brasileiro de celebrar o hexa em 2026.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.