★ Mercado da Bola

Ele mesmo confirmou: Gabriel Paulista é do Corinthians

Gabriel Paulista é o nome da vez no noticiário do mercado da bola do Corinthians para a próxima temporada. Mas, independentemente de um negócio…

Ele mesmo confirmou: Gabriel Paulista é do Corinthians

Créditos: Instagram/Gabriel Paulista

Gabriel Paulista é o nome da vez no noticiário do mercado da bola do Corinthians para a próxima temporada. Mas, independentemente de um negócio entre as partes acontecer ou não, fato é que o zagueiro já é do clube no que diz respeito ao sentimento de torcedor.

O próprio defensor de 34 anos manifestou em mais de uma entrevista que é corintiano desde que nasceu. Ele herdou a paixão pelo time de um irmão mais velho, que era fanático e também tentou ser atleta profissional, porém não conseguiu e veio a falecer.

O experiente zagueiro, então, vê com bons olhos a possibilidade de vestir a camisa da equipe do coração e, com isso, realizar o desejo do irmão. Agora, resta saber se o clube do Parque São Jorge conseguirá viabilizar a contratação, visto que está impedido de registrar jogadores por conta de um transfer ban.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Além disso, é preciso convencer o Besiktas, da Turquia, que detém os direitos econômicos de Gabriel, a fazer negócio. Embora tenha perdido espaço no time, o brasileiro tem contrato até meados de 2027 e está avaliado em 900 mil euros (R$ 5,6 milhões, na cotação atual).

Corinthians não procurou Gabriel Paulista

Segundo o jornalista Jorge Nicola, o agremiação alvinegra não realizou nenhum movimento no sentido de contratar o zagueiro. Nem mesmo uma sondagem foi realizada.

Diferentemente de outros momentos, em que buscou saber da situação de Gabriel na tentativa de repatriá-lo. Embora não tenha avançado nas outras oportunidades, pelo menos fez sondagens para ter conhecimento do cenário.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.