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Compatriotas de Gustavo Gómez são barrados no Allianz Parque

Uma polêmica envolvendo compatriotas de Gustavo Gómez no Allianz Parque surgiu no noticiário do Palmeiras. De visita ao Brasil, um grupo de estudantes paraguaios…

Compatriotas de Gustavo Gómez são barrados no Allianz Parque

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Uma polêmica envolvendo compatriotas de Gustavo Gómez no Allianz Parque surgiu no noticiário do Palmeiras. De visita ao Brasil, um grupo de estudantes paraguaios foi proibido de entrar no estádio palestrino utilizando a camisa do selecionado albirrojo, liderado pelo capitão e xerife do Verdão.

Alunos do Centro de Capacitación Técnica de Fernando de la Mora, do Paraguai, os compatriotas de Gómez reservaram um tour fechado para conhecer a arena alviverde. Acontece que, antes de iniciarem a visita, os paraguaios foram informados que não poderiam usar a camisa da seleção.

Trata-se de uma norma da WTorre, responsável pela administração do estádio. São proibidas camisas que não sejam do Palestra. De acordo com o ‘ge’, a equipe do tour sugeriu o uso de uma camiseta fornecida pela organização. Alguns dos paraguaios, no entanto, preferiram vestir a camisa da seleção do avesso.

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Imagens viralizaram nas redes sociais. Diante da polêmica, o Verde procurou a direção da WTorre para entender o que havia acontecido. Em nota, a construtora explicou a situação e afirmou que o trajeto dos compatriotas do capitão palmeirense pelo Allianz foi feito de forma tranquila apesar do mal-entendido.

Allianz Parque altera política

Depois de toda essa questão envolvendo os estudantes paraguaios, a WTorre anunciou mudanças no protocolo de visitação do Allianz. A partir de agora, outras camisas são permitidas na casa do Maior Campeão do Brasil.

Uniformes de times internacionais e de seleções estão autorizados a entrar. A proibição fica restrita apenas às agremiações brasileiras.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.