Um dos grandes zagueiros de sua geração, Júnior Baiano colocou seu nome na história do futebol brasileiro. Mas desde que pendurou as chuteiras, em 2010, o ex-jogador saiu de cena, deixou os holofotes e só dá as caras na mídia esportiva de vez em quando.
Baiano mantém uma vida discreta, porém segue conectado com o esporte bretão. Ele atua em projetos ligados ao mundo da bola, especialmente às categorias de base. É um adepto do futebol como ferramenta de inclusão social e ajuda jovens que, assim como ele, sonham em se tornar profissionais um dia.
Vira e mexe, o ex-defensor participa de eventos comemorativos organizados pelos clubes que defendeu ao longo da carreira e da Seleção Brasileira. Além do Verdão, vestiu outras camisas importantes, como as de Flamengo, Vasco e Inter. Fora do país, jogou no Werder Bremen, da Alemanha.
Vestindo a camiseta amarelinha, foi campeão da Copa das Confederações de 1997 e disputou a Copa do Mundo de 1998. Embora tenha ficado marcado por jogadas muitas vezes consideradas agressivas, foi o grande zagueiro de qualidade com a bola nos pés.
Júnior Baiano fez história no Palmeiras
Baiano jogou duas temporadas no antigo Parque Antarctica. Não foi muito tempo, é verdade, mas o suficiente para fazer história e deixar seu nome marcado na SEP.
Foram 72 jogos vestindo o manto palestrino e 16 gols marcados. Júnior fez parte de duas conquistas: a Mercosul de 1998 e a Copa Libertadores da América de 1999.



