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Champions League pode parar nas mãos da Netflix

Considerado o grande torneio de futebol do mundo, a Champions League pode acabar parando nas mãos da Netflix. Cada vez mais interessada em transmitir…

Champions League pode parar nas mãos da Netflix

Créditos: Divulgação/Champions League

Considerado o grande torneio de futebol do mundo, a Champions League pode acabar parando nas mãos da Netflix. Cada vez mais interessada em transmitir esportes ao vivo, a plataforma de streaming negocia a aquisição dos direitos da competição europeia.

De acordo com informação do jornalista Martyn Ziegler, o martelo ainda não foi batido e as partes discutem os termos. É certo que a oferta se aproxima do desejo da Uefa, responsável pela organização do campeonato, por firmar parcerias mais amplas e de longo prazo.

A federação europeia quer ampliar sua receita com contratos globais e almeja arrecadar R$31,5 bilhões por ano. A aliança com o streaming visa explorar ainda mais o potencial de arrecadação e alcance da Liga dos Campeões, que, conforme destacado anteriormente, é tida como a principal competição de clubes do planeta.

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Caso o negócio se concretize, haverá uma mudança na forma de consumir os jogos dos grandes times no torneio do Velho Continente. Por aqui no Brasil, não se sabe como esse acordo afetaria as transmissões que estão a cargo do SBT, na televisão aberta, TNT Sports, canal fechado, e HBO Max, streaming.

Netflix mergulha de cabeça nos esportes

Gigante do mercado de streaming, a plataforma tem investido cada vez mais no universo esportivo. Seja por meio de filmes e séries ou através dos eventos ao vivo.

A série Drive to Survive, que mostra os bastidores da Fórmula 1, é um exemplo de produção de sucesso da empresa. Entre as transmissões em tempo real, destacam-se lutas de boxe e partidas da NFL.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.