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Abel Ferreira se manifesta sobre possível pênalti não marcado para São Paulo no Choque-Rei

Após o clássico entre Palmeiras e São Paulo, na noite de ontem (5), o técnico Abel Ferreira falou a respeito da não marcação do…

Abel Ferreira se manifesta sobre possível pênalti não marcado para São Paulo no Choque-Rei

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Após o clássico entre Palmeiras e São Paulo, na noite de ontem (5), o técnico Abel Ferreira falou a respeito da não marcação do possível pênalti para o rival. O lance em questão é o carrinho de Allan em Tapia, que não foi assinalado pela arbitragem e gerou muita reclamação por parte dos são-paulinos.

Para o comandante palestrino, a arbitragem acertou porque não havia disputa de bola entre os jogadores no momento do contato. Se a bola estivesse sendo disputada e o meia palmeirense derrubasse o atacante tricolor, mesmo que sem querer, aí a infração deveria ter sido marcada. Mas, na visão dele, não foi o caso.

“A minha visão: se a bola tivesse sendo disputada pelo jogador do São Paulo e, mesmo sendo um escorregão sem querer, era pênalti. Mas, da forma que foi, sem querer e com a bola já do outro lado – pelo menos daquilo que eu vi do lance, ainda não vi a repetição – não é pênalti”, afirmou o treinador alviverde.

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Ainda segundo Abel, as reclamações fazem parte da narrativa de uma equipe que estava ganhando por dois gols de diferença e permitiu a virada. Com a vitória por 3 a 2, em pleno Morumbi, o Verde assumiu a liderança do Brasileirão, com 55 pontos conquistados.

Abel Ferreira apontou erro contra o Palmeiras no clássico

Ao contrário da narrativa que o lado são-paulino tem tentado emplacar, o Palestra é que foi prejudicado no Choque-Rei. Para Abel, muito antes do lance citado, Bobadilla deveria ter sido expulso com o segundo amarelo por falta em Allan e não foi.

Tanto é, que minutos depois Hernán Crespo substituiu o paraguaio para não correr o risco de ficar com um a menos em campo. Se a expulsão tivesse sido aplicada, nada do que veio a acontecer teria acontecido e o jogo seria outro.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.