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Goleiro Marcos ganhou bolada pelo penta em 2002

O goleiro Marcos foi titular na campanha do pentacampeonato do mundo da Seleção Brasileira em 2002. Além de colocar seu nome na história do…

Goleiro Marcos ganhou bolada pelo penta em 2002

Créditos: Divulgação/Palmeiras

O goleiro Marcos foi titular na campanha do pentacampeonato do mundo da Seleção Brasileira em 2002. Além de colocar seu nome na história do futebol nacional para sempre com a conquista da taça, o ídolo do Palmeiras também embolsou uma bela grana pelo êxito naquela Copa.

Os campeões do mundo receberam nada menos que 100 mil dólares, valor que foi estabelecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) antes mesmo do início da disputa nos gramados da Coreia do Sul e do Japão. O prêmio foi distribuído entre todos os membros da delegação, segundo informações da época.

Ao todo, 42 profissionais fizeram parte do grupo, entre atletas, comissão técnica, equipe médica, massagistas e roupeiros. Além do dinheiro referente ao título, bonificações foram pagas de acordo com o desempenho do selecionado canarinho no torneio. As cifras, no entanto, eram menores.

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O valor estipulado pela CBF em 2002 era o mesmo que valeu para 1998. Mas, como se sabe, o desfecho da Copa realizada na França não foi igual ao da competição disputada no continente asiático. O Brasil chegou a final, porém acabou sendo derrotado por Zinedine Zidane e companhia.

Goleiro Marcos foi destaque em 2002

Embora o trio de ataque, formado por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho, receba mais atenção, a defesa brasileira também teve papel relevante na campanha vitoriosa. Marcos, por exemplo, fez defesas importantes ao longo da trajetória.

Não fosse o goleiro do Verdão, a final contra a Alemanha poderia ter sido diferente. Quando o jogo estava empatado sem gols, o ídolo palestrino usou a ponta dos dedos para evitar um gol de falta de Neuville que mudaria completamente o cenário da decisão.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.