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Velloso aponta culpado pela derrota do Palmeiras pro Bahia

Em seu canal no YouTube, Velloso apontou um dos ‘vilões’ da derrota do Palmeiras para o Bahia, no fim de semana, pelo Brasileirão. Para…

Velloso aponta culpado pela derrota do Palmeiras pro Bahia

Créditos: Reprodução/Band

Em seu canal no YouTube, Velloso apontou um dos ‘vilões’ da derrota do Palmeiras para o Bahia, no fim de semana, pelo Brasileirão. Para o ídolo palestrino, o goleiro Weverton falhou no único gol do jogo e acabou contribuindo para o revés alviverde em Salvador.

“Eu não gosto quando o goleiro fica de joelho quando o atacante vai finalizar. Quando o goleiro fica de joelho antes da finalização, ele não consegue mais corrigir o movimento, ele perde a impulsão, ele perde força, ele não consegue saltar”, iniciou o comentarista.

Segundo o ex-arqueiro palestrino, o fato de estar de joelhos impossibilitou Weverton de fazer qualquer ação no chute de Ademir. Embora reconheça o mérito do atacante tricolor, o comentarista entende que o camisa 21 do Verdão teve participação direta no lance que decretou o triunfo por 1 a 0 dos donos da casa na Fonte Nova.

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“Então eu não gosto, o Weverton de joelho ali pra mim não é uma posição de defesa que o goleiro tem que se preparar pro chute, ficou de joelho. Tá certo que o Ademir bateu bem por cima dele, a bola foi lá do outro lado, mas ele de joelho não tem chance de reagir”, completou.

Goleiro é questionado no Palmeiras

Não é de hoje que o goleiro titular do Palestra é alvo de questionamentos de boa parte da torcida que canta e vibra. Apesar de ser um pilar da recente era vencedora do clube, o jogador desperta desconfiança com falhas em momentos importantes.

Vários palmeirenses entendem que é o momento de fazer uma troca na meta e dar uma sequência a Carlos Miguel. O técnico Abel Ferreira, no entanto, mantém a confiança no camisa 21 e não pensa em tirá-lo do time por agora.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.