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Schumacher assinou contrato para correr na mesma equipe de Verstappen na F1

Michael Schumacher firmou compromisso para correr ao lado de Verstappen nas pistas da Fórmula 1. O piloto alemão estava iniciando sua trajetória na categoria…

Schumacher assinou contrato para correr na mesma equipe de Verstappen na F1

Créditos: Instagram/Max Verstappen

Michael Schumacher firmou compromisso para correr ao lado de Verstappen nas pistas da Fórmula 1. O piloto alemão estava iniciando sua trajetória na categoria e ainda estava longe de se tornar a lenda que é hoje quando se juntou a Jos, pai de Max, na Benetton.

O ano era 1994. Schumi começava a alcançar seus primeiros bons resultados na escuderia britânica. Jos havia sido contratado pela equipe justamente naquela temporada para ser o piloto reserva. Mas um acidente envolvendo J.J. Lehto fez com que virasse o titular nos Grandes Prêmio iniciais do calendário.

O neerlandês, porém, não conseguiu feitos expressivos e abandonou dois GP, do Brasil e do Pacífico, por problemas técnicos no carro. Lehto retornou ao posto meses depois Jos acabou sendo dispensado por conta dos fracos resultados. Ao todo, somou 10 pontos naquela jornada, ficando na 10ª posição do campeonato.

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Hoje, o filho de Jos, Max, é um dos maiores nomes da categoria e, curiosamente, tem o ex-companheiro do pai como um de suas referências. De certa maneira, podemos dizer que os dois campeões mundiais possuem uma ligação antiga, iniciada antes mesmo de Max vir ao mundo.

Verstappen corre atrás de Schumacher

Ainda na Benetton, Schumi conquistou os títulos mundiais de 1994 e 1995. Depois, estabeleceu uma hegemonia na Ferrari, faturando as taças de 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004, se consolidando como heptacampeão do mundo.

Só Lewis Hamilton venceu tantas vezes quanto o alemão. Max, por sua vez, já ganhou quatro troféus e desponta como o piloto de sua geração capaz de igualar as lendas.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.