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Foi goleiro da Seleção Brasileira e acabou sendo preso na Europa

Ex-goleiro da Seleção Brasileira foi preso em operação policial realizada na última quarta-feira (3), em Vila Nova de Gaia, Portugal. Trata-se de Helton, que…

Foi goleiro da Seleção Brasileira e acabou sendo preso na Europa

Créditos: Reprodução/Globo Esporte

Ex-goleiro da Seleção Brasileira foi preso em operação policial realizada na última quarta-feira (3), em Vila Nova de Gaia, Portugal. Trata-se de Helton, que foi campeão vestindo a camisa amarelinha e também fez história defendendo as cores do Vasco da Gama e do Porto.

O brasileiro foi detido dentro de sua residência, após os agentes encontrarem uma arma de fogo e munição no quarto. De acordo com as investigações, a arma tinha sido furtada a 70 quilômetros da casa do ex-atleta. Segundo ele, o objeto seria de um falecido amigo, que teria ido ao seu estúdio gravar uma música.

Helton participa da banda H1, na qual canta e toca bateria. O ex-jogador foi liberado, mas terá de se apresentar periodicamente à Justiça de Portugal. Esse não é o único problema que enfrenta com as autoridades lusitanas. Há cerca de dois meses, virou réu em processo movido pela mulher com quem teve um relacionamento extraconjugal por uma década.

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A vítima afirma ter sofrido violência doméstica por parte do brasileiro. O ex-goleiro do selecionado canarinho será julgado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) e pode pegar de dois a oito anos de cadeia se for considerado culpado.

Helton foi campeão com a Seleção Brasileira

Cria das categorias de base do Vasco, o arqueiro vivenciou um dos momentos mais importantes da história do clube. Entre 1997 e 2002, período em que defendeu o Cruzmaltino, foi campeão da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro.

Depois, passou pelo União Leiria e, em seguida, se transferiu para o Porto, onde ficou de 2005 a 2016. Com a Seleção, foi campeão da Copa América de 2007, disputada na Venezuela.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.