★ Geral

Nova regra da CBF pode dar 3 anos para o Corinthians sair do fundo do poço ou sofrer as consequências

Nesta semana, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu o pontapé inicial para implementar o fair play financeiro no esporte bretão nacional. Uma regra…

Nova regra da CBF pode dar 3 anos para o Corinthians sair do fundo do poço ou sofrer as consequências

Créditos: Gustavo Vasco / Corinthians

Nesta semana, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu o pontapé inicial para implementar o fair play financeiro no esporte bretão nacional. Uma regra que já é praticada nos principais centros do mundo da bola e que pode complicar a vida de clubes inadimplentes, como o Corinthians.

Mas, para o alívio da agremiação do Parque São Jorge e outras que não costumam honrar com seus compromissos, levará um tempo para que a medida passe a valer de fato. De acordo com o jornalista Rodrigo Mattos, do Uol, um dos pontos discutidos sobre a regra prevê uma adaptação para que ela seja colocada em prática.

Seriam três ou quatro anos de adaptação do modelo para que contas, déficit e gastos com o futebol fossem analisados. Ou seja, a regra não entraria em vigor de imediato, punindo os times devedores – como deveria estar acontecendo – com as consequências de suas más administrações ao longo de anos.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Sendo assim, o Alvinegro de Itaquera e os demais inadimplentes teriam esse tempo para sair do fundo do poço e respirar. Em suma, uma bela de uma ajuda. Por enquanto, as conversas sobre o fair play financeiro estão em estágio inicial e o projeto final levará dois meses para ser apresentado.

Corinthians está afundado em dívidas

Hoje, o clube do Parque São Jorge é dono da maior dívida do futebol brasileiro. O débito se aproxima dos R$ 2 bilhões, segundo levantamento da Sportsvalue. Fora os outros problemas da insituição, que envolvem impeachment e até a polícia. Um caos completo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.