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Clube azul e branco é o único a sofrer transfer ban da Fifa no Brasileirão

Clube alviceleste é o único do Campeonato Brasileiro que foi punido pela Fifa com transfer ban e está impedido de registrar novos jogadores. A…

Clube azul e branco é o único a sofrer transfer ban da Fifa no Brasileirão

Foto: Divulgação.

Clube alviceleste é o único do Campeonato Brasileiro que foi punido pela Fifa com transfer ban e está impedido de registrar novos jogadores. A sanção é aplicada pela entidade máxima do futebol em casos de inadimplência, mais comumente pela falta de pagamento entre equipes na aquisição de direitos de atletas.

Quem sofre com a medida e está impossibilitado de incluir novos nomes em seu elenco é o Paysandu. No dia 30 de junho, o time paraense foi punido pelo não pagamento da dívida com o Torreense, de Portugal, pela contratação do lateral-esquerdo Keffel, realizada em meados de 2024.

O Papão adquiriu 50% dos direitos econômicos do defensor por 50 mil euros (R$ R$ 304 mil). Segundo o presidente Roger Aguilera, metade do valor foi pago. Já a segunda metade seria quitada com o dinheiro da venda do meia Matheus Vargas, que acabou não acontecendo por conta de uma lesão e atrapalhou os planos.

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A expectativa é de que a parte que falta do pagamento seja paga em breve para que a punição aplicada pela federação internacional seja retirada o quanto antes. Vale lembrar que a segunda e última janela de transferências da temporada fica aberta até o dia 2 de setembro. Depois, só será possível fazer contratações para a jornada que vem.

Paysandu é o único clube do Brasileirão com transfer ban

Embora muitas agremiações enfrentem problemas com falta de pagamento, o Bicolor é o único do Campeonato Brasileiro que sofre com a sanção da Fifa. O time atualmente disputa a Série B e luta contra o rebaixamento para a terceira divisão.

Outras duas equipes vivem o mesmo cenário: o Colorado Atlético-PR, sem divisão nacional, e o Real Brasília, que está na elite do feminino.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.