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Técnico que deixou craque Neto fora da Copa do Mundo diz que ele não jogava nada

Neto tem como grande mágoa de sua carreira não ter sido convocado para a Copa do Mundo de 1990. O ídolo corintiano acredita que…

Técnico que deixou craque Neto fora da Copa do Mundo diz que ele não jogava nada

Créditos: Divulgação

Neto tem como grande mágoa de sua carreira não ter sido convocado para a Copa do Mundo de 1990. O ídolo corintiano acredita que deveria estar presente no grupo que disputou o torneio na Itália e até hoje não perdoa o técnico Sebastião Lazaroni pode tê-lo deixado de fora.

Vira e mexe, o ex-jogador fala sobre o treinador e não costuma medir palavras quando o menciona em seu programa. Acontece que o mesmo se aplica a Lazaroni, que também não tem nenhuma simpatia pelo comunicador e recentemente rasgou o verbo quando questionado a respeito de sua decisão em 90.

Em entrevista ao Charla Podcast, o ex-técnico afirmou que Neto criou uma fantasia e através dela vende a ideia de que foi um craque. Mas, na verdade, é só uma ilusão de achar que jogou mais do que na realidade jogou e tudo faz parte de seu show televisivo.

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“A partir do momento em que foi para a TV, ele criou um personagem, criou a fantasia dele. Ele pensa que ele jogou mais do que na realidade jogou. Pensa que foi craque e estabeleceu isso como cartão de visitas do programa dele”, disparou Lazaroni.

Lazaroni detonou Neto

Na mesma entrevista ao Charla, o ex-treinador foi ainda mais duro ao complementar o comentário, afirmando que o ídolo corintiano não jogou nada e que as não-convocações para outros Mundiais provam que em 1990 sua decisão foi correta.

“Mas é um ‘balão japonês’. Conhece o balão japonês? Sobe cinquenta metros, não ganha muita altura e desce. Eu fui outro dia em um podcast e falei ‘Não joga porra nenhuma!’. Se você analisar: ‘tá bom, o Lazaroni errou’. Mas por que o Neto não vai em 86? Por que não vai em 94? Por que não vai em 98? Então sou eu o errado?”, acrescentou.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.