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Sem ninguém esperar, Rogério Ceni assume lugar deixado por Vojvoda depois da saída do Fortaleza

Rogério Ceni assumiu o lugar de Juan Pablo Vojvoda após a recente demissão do argentino do Fortaleza. Com a saída do treinador do Laion,…

Sem ninguém esperar, Rogério Ceni assume lugar deixado por Vojvoda depois da saída do Fortaleza

Créditos: Letícia Martins/EC Bahia

Rogério Ceni assumiu o lugar de Juan Pablo Vojvoda após a recente demissão do argentino do Fortaleza. Com a saída do treinador do Laion, o comandante do Bahia subiu no ranking dos técnicos com trabalhos mais longevos no futebol brasileiro.

O ex-goleiro, que está no Tricolor Baiano desde setembro de 2023, agora ocupa a terceira posição da lista. Ele fica atrás apenas de Jorge Castilho, do Maringá, o vice-líder com 4 anos e dois meses de trabalho, e Abel Ferreira, do Palmeiras, que lidera com 4 anos e oito meses de trabalho.

Antes da queda, era Vojvoda quem acompanhava Abel e Castilho no pódio. O argentino, que sucedeu justamente o ídolo são-paulino, estava no Tricolor Cearense desde maio de 2021 e somava 310 partidas realizadas, com cinco títulos conquistados e mais alguns êxitos significativos para a instituição.

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Ceni tem 128 partidas disputadas à frente da equipe baiana. Nome de confiança do Grupo City para tocar o projeto da companhia dentro de campo, o treinador tem respaldo para dar sequência ao trabalho e aumentar ainda mais os números já obtidos. Um cenário favorável para se consolidar no ranking.

Rogério Ceni deixou saudades no Fortaleza

Embora Vojvoda o tenha sucedido muito bem, Ceni deixou muitas saudades no torcedor do Leão do Pici. Foi ele quem conduziu o time da segunda para a primeira divisão nacional e deu início ao projeto que consolidou o clube na Série A do Brasileirão.

Se o Laion alcança feitos nas temporadas recentes e ocupa o patamar atual, muito se deve ao trabalho do ex-arqueiro. Por lá, Rogério conquistou dois campeonatos estaduais, uma Copa do Nordeste e a Série B de 2019.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.