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Denilson Show elegeu o pior técnico da história da Seleção Brasileira

Denilson Show foi colocado na fogueira e não fugiu da responsabilidade. Questionado a respeito do pior técnico da história da Seleção Brasileira durante participação…

Denilson Show elegeu o pior técnico da história da Seleção Brasileira

Créditos: Reprodução/YouTube

Denilson Show foi colocado na fogueira e não fugiu da responsabilidade. Questionado a respeito do pior técnico da história da Seleção Brasileira durante participação no programa Aberto ao Público, da Globo, o pentacampeão do mundo foi direto na resposta: Emerson Leão.

“Para mim, foi o [Emerson] Leão. Aqui eu não corro, não. Porque ele assumiu a Seleção antes da Copa do Mundo de 2002 e não me convocou”, afirmou o ex-jogador.

Se dependesse do ex-goleiro do Palmeiras, então, o atacante não teria sido convocado para disputar a Copa do Mundo daquele ano, que teve Coreia do Sul e Japão como sedes. Mas, para a sorte dele, de outros atletas e até mesmo do próprio selecionado canarinho, a passagem do treinador não durou muito tempo.

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Contratado em novembro de 2000, Leão ficou cerca de oito meses no cargo e não resistiu aos maus resultados. Foram três vitórias, três derrotas e quatro empates em 10 partidas disputadas. Demitido em junho de 2001, deu lugar a Luiz Felipe Scolari. E o resto, como se sabe, é história.

Denilson Show conquistou o mundo com a Seleção

Diferentemente do período do ex-arqueiro à frente do time verde e amarelo, Denilson esteve presente nas convocações de Felipão e foi incluído na relação final do técnico para a disputa da Copa do Mundo de 2002.

Apesar de não ser titular absoluto, o atacante teve papel importante na conquista do pentacampeonato saindo do banco de reservas. Como na partida contra a Turquia, na qual ficou registrado um dos momentos mais significativos de sua carreira ao ser “perseguido” em campo pelos turcos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.