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Fernando Diniz já aceitou comandar time na Coreia do Norte

O técnico Fernando Diniz aceitou convite para comandar time na Coreia do Norte. Hoje no Vasco da Gama, o profissional de 51 anos já…

Fernando Diniz já aceitou comandar time na Coreia do Norte

Créditos: Dikran Sahagian/Vasco

O técnico Fernando Diniz aceitou convite para comandar time na Coreia do Norte. Hoje no Vasco da Gama, o profissional de 51 anos já rodou bastante pelo futebol brasileiro e em um dos clubes que passou viveu a experiência de uma excursão pelo país asiático.

O episódio curioso aconteceu em 2011, no começo da carreira do treinador, quando ele comandava o Atlético Sorocaba. Diniz e companhia foram convidados a fazer duas partidas amistosas com o selecionado norte-coreano, que um ano antes havia participado pela segunda vez em sua história da Copa do Mundo.

O primeiro jogo foi disputado em um campo de gramado sintético. Sob muitas reclamações por parte do time do interior paulista, os donos da casa venceram por 1 a 0. Já o segundo duelo, realizado em um gramado natural e com o estádio lotado de norte-coreanos, o placar terminou empatado em 0 a 0.

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Diniz ficou apenas um ano à frente do Atlético Sorocaba. O técnico conseguiu colocar a equipe na elite do futebol paulista, porém não resistiu às contestações dos dirigentes e dos torcedores, que não gostavam nada da forma ofensiva que custava vitórias e “pontos ganhos” ao Galo.

Fernando Diniz tem começo promissor no Vasco

Depois de uma passagem ruim pelo Cruzeiro, Diniz aceitou o convite para retornar a São Januário e comandar o Cruzmaltino. Em sete partidas disputadas pelo time carioca até o momento, ele soma quatro vitórias e três derrotas.

Apesar do equilíbrio dos resultados, o desempenho da equipe nos compromissos mais recentes animam o torcedor vascaíno. Antes da parada para o Mundial, por exemplo, os comandados de Diniz bateram o São Paulo por 3 a 1, em pleno Morumbi.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.