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Palmeiras não quer saber e dá olé no Botafogo no Mundial de Clubes

O Palmeiras está dando aula ao Botafogo, seu próximo adversário na briga pelo título do Super Mundial de Clubes. O Verdão fechou a primeira…

Palmeiras não quer saber e dá olé no Botafogo no Mundial de Clubes

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

O Palmeiras está dando aula ao Botafogo, seu próximo adversário na briga pelo título do Super Mundial de Clubes. O Verdão fechou a primeira fase do torneio com a melhor média de público entre os times sul-americanos, deixando todos para trás no que diz respeito a festa nas arquibancadas dos estádios estadunidenses.

Somando os três jogos que os comandados do técnico Abel Ferreira fizeram na etapa classificatória, a média de público é de 47.456. O terceiro e último duelo da fase de grupos, contra o Inter Miami, na Flórida, foi o de melhor marca: mais de 60 mil pessoas estiveram presentes.

Além de ser a agremiação da América do Sul que levou mais pessoas aos estádios no Mundial até aqui, o Palestra ocupa a quinta posição no ranking geral, batendo de frente com as grandes potências europeias. Quem lidera é o Real Madrid, com média de mais de 65 mil pessoas por confronto.

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Enquanto isso, os outros três representantes brasileiros sequer figuram no Top-10. Adversário do Maior Campeão Nacional no mata-mata, o Alvinegro da Estrela Solitária é apenas o 17º da lista, com uma média de 35.614 torcedores por jogo.

Palmeiras tem decisão contra o Botafogo pela frente

Contando mais uma vez com o show que tem sido feito pela torcida que canta e vibra nas arquibancadas, o Verde tem uma decisão pela frente contra o time carioca. As equipes se enfrentam valendo a permanência na competição internacional.

O duelo brasileiro pelas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes acontece neste sábado (28), às 13h (de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.