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Fifa não quis saber e tirou 2 títulos mundiais do Corinthians

De uma hora para a outra, a Fifa tirou os dois títulos mundiais conquistados pelo Corinthians. Com o advento da Copa do Mundo de…

Fifa não quis saber e tirou 2 títulos mundiais do Corinthians

Créditos: Rodrigo Gazzanel / Corinthians

De uma hora para a outra, a Fifa tirou os dois títulos mundiais conquistados pelo Corinthians. Com o advento da Copa do Mundo de Clubes, a entidade máxima do futebol promoveu uma mudança no quadro de time campeões do mundo, passando a diferenciar o novo formato dos torneios disputados anteriormente.

Os campeonatos disputados de 1960 a 2024, antes todos chamados de mundiais, agora são considerados conquistas intercontinentais. Isso engloba tanto os certames organizados por Europa e América do Sul, popularmente conhecidos como Copa Toyota, quanto os Mundiais organizados pela própria federação a partir de 2000.

Isso significa que os vencedores desses torneios não são campeões do mundo propriamente ditos, mas sim intercontinentais. É o caso da agremiação do Parque São Jorge, por exemplo, que faturou duas vezes o Mundial, a primeira edição, realizada em 2000, e uma outra em 2012.

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No polêmico título do início do século, que rende discussões e zoações por parte dos rivais até hoje, a equipe corintiana bateu o Vasco da Gama na final. Já no êxito de 2012, o time comandado por Tite ganhou do Chelsea, então campeão europeu, por 1 a 0, no Japão.

Copa do Mundo de Clubes terá peso diferente para a Fifa

Os intercontinentais continuarão a ter um caráter de conquista internacional para a entidade máxima do futebol. Entretanto, terão um peso menor em comparação com a nova Copa do Mundo de Clubes, que passa a ser o principal campeonato da instituição a nível de agremiações.

O formato, que reúne mais times e se assemelha a Copa de seleções, possui um nível de dificuldade diferente, um interesse maior, mais audiência, maior repercussão e tende a ser mais “pesado”, por assim dizer, nos parâmetros da federação.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.