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Xodó do Vasco “traiu” o Gigante da Colina e assinou com o Palmeiras

Um dos xodós do Vasco da Gama trocou o clube carioca e firmou compromisso com o Palmeiras. Cria das categorias de base cruzmaltina e…

Xodó do Vasco “traiu” o Gigante da Colina e assinou com o Palmeiras

Créditos: Matheus Lima/Vasco

Um dos xodós do Vasco da Gama trocou o clube carioca e firmou compromisso com o Palmeiras. Cria das categorias de base cruzmaltina e uma das principais revelações da história recente da agremiação, o atacante Paulinho descartou a possibilidade de retornar a São Januário para jogar no Allianz Parque.

O jogador surgiu na equipe vascaína em 2017. Foram apenas duas temporadas no time de cima, com 35 jogos disputados, 7 gols marcados e 4 assistências concedidas. Em 2018, a diretoria cruzmaltina acertou a venda do então garoto de 18 anos para o Bayer Leverkusen, da Alemanha, por 20 milhões de euros (R$ 85 milhões).

Depois de algumas jornadas no futebol alemão, o atleta tinha a chance de voltar para casa, por assim dizer, mas preferiu assinar com o Atlético-MG. Foram duas temporadas de destaque no Alvinegro de Belo Horizonte até que veio a transferência para o Palestra, em janeiro de 2025.

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Para tirá-lo do Galo, o Verde topou desembolsar 18 milhões de euros (R$ 115 milhões, na cotação da época). Além das cifras pagas, foram envolvidos na negociação os meio-campistas Gabriel Menino e Patrick, cria da base alviverde.

Paulinho ainda não engrenou no Palmeiras

Segunda contratação mais cara da história da SEP, o atacante não conseguiu entregar o que se espera de seu futebol até o momento. Ele se recupera da lesão e da cirurgia do ano passado e levará mais um tempo para ficar 100% fisicamente.

Por enquanto, tem sido reserva e entrado no decorrer das partidas. A expectativa é de que o camisa 10 passe a brigar pela titularidade assim que estiver apto.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.