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Galvão Bueno perdeu a paciência e brigou na Rússia

Galvão Bueno viralizou na internet após se envolver em briga na Rússia. O narrador se deslocava pelo território do país do leste europeu quando…

Galvão Bueno perdeu a paciência e brigou na Rússia

Créditos: Reprodução/Youtube

Galvão Bueno viralizou na internet após se envolver em briga na Rússia. O narrador se deslocava pelo território do país do leste europeu quando acabou discutindo com um comissário de bordo em um trem que ia de Moscou a São Petersburgo.

O ano era 2018 e o locutor viajava para narrar um dos compromissos da Seleção Brasileira na fase de grupos do Mundial da Rússia, contra a Costa Rica. Em vídeo que circulou nas redes sociais na época, ele aparecia alterado, discutindo com o comissário de bordo.

O motivo do desentendimento foi um assento do trem que Galvão acreditava estar disponível e o profissional alegava que não. Alterado, o comunicador esbravejou: “Não, não, não, não, não. Não aponte o seu dedo na minha direção. Abaixe sua mão”. 

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”Não há assento disponível”, justificou o comissário, em determinado momento. O narrador brasileiro, por sua vez, respondeu: “Sim, assento disponível”. Como a gravação era curta, não foi possível saber o desfecho da discussão e nem o real motivo do desentendimento entre Galvão e o trabalhador russo.

Galvão Bueno pode ir para a Record

De acordo com as informações recentes, Galvão teria negociações em andamento com a Record. Insatisfeito com a audiência em seu programa na Band, o narrador estaria avaliando a ida para a emissora de Edir Macedo para também comandar um programa e ser a voz da Copa do Mundo do canal.

A Record avalia entrar na briga pelos direitos de transmissão do Mundial de 2026 e o comunicador seria o condutor dos jogos do Brasil. Oficialmente, porém, negou que tenha feito qualquer tipo de contato com o profissional.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.