★ Geral

25% da fortuna ganha por Rubens Barrichello na Fórmula 1 ficou com empresa

Rubens Barrichello cedeu um quarto de sua fortuna obtida na Fórmula 1 para empresa parceira. Em entrevista concedida ao humorista Rafinha Bastos, o piloto…

25% da fortuna ganha por Rubens Barrichello na Fórmula 1 ficou com empresa

Créditos: Instagram/Rubens Barrichello

Rubens Barrichello cedeu um quarto de sua fortuna obtida na Fórmula 1 para empresa parceira. Em entrevista concedida ao humorista Rafinha Bastos, o piloto braisileiro contou sobre o acordo que seu pai, na época responsável por sua carreira, fez com a Arisco no início de sua trajetória nas pistas.

“O meu pai ofereceu o meu contrato para Arisco, o que acontece, ele falou assim: ‘Vocês pagam o processo dele até a Fórmula 1, chegando na Fórmula 1 vocês viram 25% sócios, se caso não der certo, jogaram dinheiro pelo lixo’. Mas o Júnior, que no caso era o dono da Arisco, ele fez uma bondade e depois todo dinheiro que ele ganhou, ele doou para caridade”, revelou Barrichello.

A manobra por parte da empresa, que foi vendida ao grupo Bestfoods, foi arriscada. Mas, no fim das contas, deu certo. Da parte de Rubens, nem precisa dizer o quão favorável foi o apoio recebido para continuar correndo e ter a possibilidade de chegar na principal categoria do automobilismo mundial.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Rubinho conquistou vitórias e se consolidou como um dos maiores nomes brasileiros da história da F1. Embora nunca tenha conquistado um título mundial, alcançou dois vice-campeonatos e se tornou relevante nas pistas mesmo assim.

Rubens Barrichello se dedica a Stock Car

Aos 53 anos de idade, Rubinho segue firme e forte no automobilismo e não dá indícios que vai parar de correr. O piloto atualmente está na Stock Car, categoria da qual foi campeão em duas oportunidades depois que deixou a F1, em 2014 e 2022.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.