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Fifa perde a paciência com arquirival do Palmeiras no Super Mundial

A Fifa ficou na bronca com rival histórico do Palmeiras na primeira rodada do Super Mundial de Clubes. A entidade máxima do futebol não…

Fifa perde a paciência com arquirival do Palmeiras no Super Mundial

Créditos: Divulgação

A Fifa ficou na bronca com rival histórico do Palmeiras na primeira rodada do Super Mundial de Clubes. A entidade máxima do futebol não gostou nada da cera e da catimba praticadas pelo Boca Juniors no empate em 2 a 2 com o Benfica, em jogo do Grupo C, e estuda tomar providências quanto a isso.

Os estudos realizados pela entidade apontaram que o duelo entre o Xeneize e os Encarnados teve apenas 48 minutos de bola rolando. Por conta da cera dos goleiros e dos jogadores de linha, a partida mais pareceu um compromisso de Copa Libertadores ao invés de Copa do Mundo de Clubes.

Toda oportunidade que apareceu foi usada pelos atletas para fazer catimba. Reposição de bola, faltas, tempo de recuperação por lesão. Ander Herrera, do Boca, foi expulso no banco de reservas. Em campo, Figal também foi colocado para fora pelo lado boquense, assim como Belotti pelo lado benfiquista.

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O VAR foi chamado em duas ocasiões. De acordo com Paulo Vinícius Coelho, o PVC, em sua coluna no Uol, existe a possibilidade da federação internacional fazer algum tipo de intervenção ao longo do campeonato para tentar corrigir o problema do tempo perdido.

Boca Juniors é rival histórico do Palmeiras

Boca e Verdão possuem um longo histórico em competições continentais, especialmente na Copa Libertadores da América. E o retrospecto é amplamente favorável aos argentinos nos confrontos eliminatórios, que costumam levar a melhor.

Em 2000, por exemplo, o Boca foi campeão da Liberta em cima do Palestra dentro do Morumbi. Já em 2018 e, mais recentemente, em 2023, eliminou o time alviverde nas semifinais do certame mais importante da América do Sul.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.