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Buffon desembarcou no Brasil para apresentação histórica

Gianluigi Buffon desembarcou em território brasileiro para apresentação histórica. Um dos maiores goleiros que o futebol já viu, o ídolo da Juventus pintou por…

Buffon desembarcou no Brasil para apresentação histórica

Créditos: Divulgação/Federação Italiana

Gianluigi Buffon desembarcou em território brasileiro para apresentação histórica. Um dos maiores goleiros que o futebol já viu, o ídolo da Juventus pintou por aqui com a Seleção Italiana na última vez em que o país tetracampeão disputou uma Copa do Mundo.

O camisa 1 foi um dos 24 convocados do treinador Cesare Prandelli para o Mundial de 2014, realizado no Brasil. Eliminada na primeira fase da edição anterior, a Squadra Azzurra chegou pressionada a dar uma resposta no grupo que tinha Inglaterra, Uruguai e Costa Rica.

Mas o que Gigi e companhia conseguiram foi um novo vexame histórico. Com uma vitória e duas derrotas, o selecionado italiano ficou com o terceiro lugar da chave e viu Uruguai e a modesta Costa Rica se classificarem. Pela segunda vez consecutiva, os Azuis sequer chegaram às oitavas de final.

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E foi assim que Buffon se despediu do torneio mais importante do futebol. O goleiro serviu a Seleção até 2017, quando a Itália caiu na repescagem e não conseguiu nem mesmo uma vaga no Mundial da Rússia. Feito que a Azzurra repetiu quatro anos depois, ficando de fora, também, da Copa do Catar.

Buffon foi campeão com a Itália em 2006

Apesar do fim da trajetória não ter sido o dos sonhos para o arqueiro com a camisa italiana, ele atingiu o ápice em 2006. Vivendo o seu auge, o paredão foi um dos destaques da campanha vitoriosa no Mundial da Alemanha, coroada com a vitória sobre a França de Zidane, nos pênaltis.

O único título conquistado por Buffon representando a Terra da Boa e também o mais importante de todos. Desempenho que lhe rendeu a oitava posição na lista da Fifa dos melhores jogadores do mundo daquela temporada.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.