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Corinthians decidiu comprar Memphis Depay e agora tá passando perrengue

O Corinthians decidiu fazer uma loucura ao contratar Memphis Depay. Mesmo sem ter condições para isso e estar afundado financeiramente. Agora, o rival do…

Corinthians decidiu comprar Memphis Depay e agora tá passando perrengue

Créditos: Instagram/Memphis Depay

O Corinthians decidiu fazer uma loucura ao contratar Memphis Depay. Mesmo sem ter condições para isso e estar afundado financeiramente. Agora, o rival do Palmeiras passa um perrengue danado para honrar os compromissos assumidos com o atacante holandês.

Depay recebe um salário fixo de R$ 3 milhões por mês. Valor esse que pode chegar a R$ 3,5 milhões com bônus por desempenho, além dos direitos de imagem. As bonificações estão atreladas a metas individuais, como gols e assistências, e coletivas, como conquistas de títulos.

Ou seja, além do salário mensal, o jogador pode embolsar mais a depender de seu rendimento dentro de campo. Segundo informação da ESPN, os bônus ligados aos objetivos individuais já somam R$ 3.150.402,00, enquanto a premiação ligada ao título Paulista é de R$ 4.725.603,00.

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Um total de R$ 7.876.005,00, além do salário mensal, o segundo maior do futebol brasileiro, ficando atrás apenas do de Neymar. Ao todo, o Corinthians pode ter que desembolsar R$ 126 milhões com o atleta no decorrer do contrato válido até julho de 2026. Sabe-se lá como, mas terá de pagar.

Corinthians está afundado em uma crise interminável

As extravagâncias financeiras cometidas pela agremiação do Parque São Jorge vão de encontro à informação de que a instituição já ultrapassou a casa dos R$ 2,3 bilhões em dívidas. As contas não fecham.

As pendências só aumentam a cada ano. E, para piorar, o clube ainda está imerso em uma crise política envolvendo a antiga gestão de Augusto Melo, agora ex-presidente e que é investigado por suposta participação em caso de corrupção.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.