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120% confirmado: Rafinha Alcântara é do Flamengo

Está mais do que confirmado, Rafinha Alcântara é do Flamengo. Apesar de nunca ter tido a oportunidade de vestir profissionalmente a camisa do clube,…

120% confirmado: Rafinha Alcântara é do Flamengo

Créditos: instagram/Rafinha Alcântara

Está mais do que confirmado, Rafinha Alcântara é do Flamengo. Apesar de nunca ter tido a oportunidade de vestir profissionalmente a camisa do clube, o meia-atacante é torcedor rubro-negro declarado e sonha em um dia atuar pelo time do coração.

“Penso sim (em jogar no Flamengo). Todo mundo sabe que sou muito torcedor. Acompanhei e fiquei muito feliz por esse título do Brasileirão e da Libertadores, até porque tenho muitos amigos lá. É um sonho vestir a camisa do Flamengo”, afirmou, em entrevista ao canal Que Partidazo.

Filho de Mazinho, tetracampeão do mundo com a Seleção Brasileira em 1994, o jogador fez toda a categoria de base no Barcelona, assim como o irmão Thiago. Revelado pelo Barça, passou por Celta de Vigo, Inter de Milão, Paris Saint-Germain, Real Sociedad e, mais recentemente, Al-Arabi SC.

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Rafinha escolheu defender a Seleção Espanhola em determinado momento de sua formação. Mas, a partir da categoria Sub-20, optou pela camisa amarelinha. Foi campeão olímpico em 2016 e disputou dois jogos pelo selecionado canarinho principal, com um gol marcado.

Rafinha Alcântara está livre no mercado da bola

O momento ideal para Rafinha realizar o sonho de infância seria este. O meia de 32 anos de idade está livre no mercado e pode assinar com qualquer clube sem custos de transferência.

O experiente meio-campista está sem time desde julho de 2024, quando deixou o Al-Arabi SC, do Catar. Segundo dados do site Transfermarkt, ele está avaliado em 2 milhões de euros (R$ 12,8 milhões, na cotação atual).

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.