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Santos errou feio e mandou o “Novo Neymar” embora

O Santos cometeu um grande equívoco e mandou embora um talento que poderia suceder Neymar no futuro próximo. O clube da Baixada Santista tinha…

Santos errou feio e mandou o “Novo Neymar” embora

Créditos: Reinaldo Campos/ Santos

O Santos cometeu um grande equívoco e mandou embora um talento que poderia suceder Neymar no futuro próximo. O clube da Baixada Santista tinha sob seu domínio, por assim dizer, Gabriel Veneno, de 15 anos de idade, mas o deixou sair e hoje o garoto se destaca vestindo a camisa do Atlético-MG.

Nascido em Ilhéus, interior da Bahia, o jovem começou no Vitória. Durante uma competição de base, chamou a atenção do Santos, que não pensou duas vezes antes de captá-lo para suas categorias de base. Acontece que no Alvinegro ele não teve tantas oportunidades e acabou sendo dispensado.

Segundo João Roberio Bomfim, olheiro santista na época, não conseguiram enxergar no clube que o atacante era diferente. Em 2023, depois de um jogo em que ele fez de tudo em campo, só faltou fazer chover, o Atlético-MG, observando o potencial que o menino tinha, não mediu esforços para contratá-lo.

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Gabriel está perto de completar 16 anos de idade e assinar o primeiro contrato como jogador profissional. E o Galo trabalha para concretizar o acordo o quanto antes para garantir o ganho esportivo e financeiro. Para se ter uma ideia, times como Borussia Dortmund e Chelsea já tentaram a aquisição do menino prodígio.

Santos pode perder Neymar

Além de ter dado mole e deixado escapar o “novo Neymar”, o Peixe ainda corre o risco de perder o próprio craque. Isso porque o contrato dele se encerra agora em junho e ainda não há uma definição a respeito de sua permanência na Vila Belmiro.

Em entrevista recente, o pai do astro deixou a decisão nas mãos do filho. O camisa 10 é dono de um salário astronômico, que pode chegar a R$ 20 milhões mensais.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.