★ Notícias do Palmeiras

Goleiro Bruno assinou contrato pra jogar em gigante da Itália

O goleiro Bruno firmou compromisso para jogar em um dos maiores clubes do futebol italiano. Vivendo o auge de sua carreira nos gramados, o…

Goleiro Bruno assinou contrato pra jogar em gigante da Itália

Créditos: Instagram/Goleiro Bruno

O goleiro Bruno firmou compromisso para jogar em um dos maiores clubes do futebol italiano. Vivendo o auge de sua carreira nos gramados, o arqueiro tinha tudo para fazer uma trajetória em uma das melhores ligas do mundo na época não fosse a condenação por assassinato e a consequente prisão.

Em 2010, consolidado na meta do Flamengo e cotado para a Seleção Brasileira, Bruno despertava o interesse de agremiações de fora. Uma delas o Milan. As partes chegaram a assinar um pré-contrato com salário de R$ 500 mil e luvas de R$ 4,2 milhões pela assinatura do vínculo.

Acontece que pouco depois de fechar com o Rossonero, o jogador foi preso e viu sua promissora carreira nos gramados de futebol chegar ao fim. Ele foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, mãe de seu filho.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

No Milan, Bruno ganharia mais do que no Fla. Além, é claro, de ter a possibilidade de atuar em um dos maiores clubes da Itália e do mundo, que naquela época ainda tinha relevância no cenário do Velho Continente. Um sonho que ficou só no campo do imaginário.

Filho do goleiro Bruno segue os passos do pai

Se o pai não conseguiu dar andamento na carreira que poderia ser brilhante, o filho tem a chance de fazer isso acontecer. Bruninho, filho de Bruno com Eliza, tem o sonho de se tornar jogador profissional e brilhar nos gramados mundo afora.

Aos 15 anos de idade, o garoto joga nas categorias de base do Botafogo. Promissor, o jovem tem totais condições de repetir os feitos do pai dentro das quatro linhas.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.