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Por R$ 800 mil mensais, Brian Rodriguez assina com o Palmeiras

Brian Rodríguez é o nome da vez no Palmeiras. Com a janela de transferências perto de abrir e com o Super Mundial pela frente,…

Por R$ 800 mil mensais, Brian Rodriguez assina com o Palmeiras

Créditos: Instagram/Brian Rodríguez

Brian Rodríguez é o nome da vez no Palmeiras. Com a janela de transferências perto de abrir e com o Super Mundial pela frente, nomes são ligados ao clube no noticiário do mercado da bola. E o mais recente deles é o do atacante uruguaio de 25 anos de idade, que pertence ao América do México.

Segundo informação do portal RTI Esporte, o Verdão fez uma proposta de 8 milhões de dólares (cerca de R$ 45 milhões) ao América por 80% dos direitos econômicos do atleta. Desse valor, R$ 33,9 milhões seriam fixos e R$ 11,3 milhões de bônus.

Além das cifras da transferência pagas à agremiação mexicana, o negócio englobaria um salário de R$ 800 mil por mês e um contrato de quatro anos. Embora nunca tenha atuado no futebol brasileiro, o jogador é conhecido por aqui por já ter sido alvo de times como Internacional e Vasco da Gama.

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Cria da base do Peñarol, Brian soma passagens por Los Angeles FC, dos Estados Unidos, e Almería, da Espanha. No América desde 2022, ele tem 103 jogos disputados, 23 gols e 15 assistências. Vira e mexe, aparece nas convocações da Celeste Olímpica.

Braian Rodríguez pode substituir Estêvão no Palmeiras

Versátil, o atacante uruguaio pode jogar nas duas pontas ou até mesmo mais centralizado, como referência do ataque. Ou seja, ele seria uma opção para repor a saída de Estêvão, que, depois do Mundial, vai em definitivo para o Chelsea.

Embora venha atuando como meia-atacante, a Cria da Academia jogou um bom tempo aberta pela direita do ataque alviverde. Atualmente, o técnico Abel Ferreira conta com Felipe Anderson e Mayke como opções na posição.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.