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De saída do Manchester City, De Bruyne já recebeu a camiseta do Palmeiras

Kevin De Bruyne fez o seu último jogo pelo Manchester City na semana passada. Com o contrato chegando ao final, o meia-atacante deixa o…

De saída do Manchester City, De Bruyne já recebeu a camiseta do Palmeiras

Créditos: Instagram/Kevin De Bruyne

Kevin De Bruyne fez o seu último jogo pelo Manchester City na semana passada. Com o contrato chegando ao final, o meia-atacante deixa o clube inglês em junho depois de dez jornadas vestindo o uniforme azul e branco. E, como era de se esperar, não ficará muito tempo livre no mercado da bola.

Segundo o jornalista italiano Matteo Moretto, o Napoli é o provável destino do belga de 33 anos de idade. O time de Nápoles, que recentemente conquistou a Série A, oferece um contrato de três temporadas e um salário de 6 milhões de euros por ano, quantia que na cotação atual equivale a R$ 33,6 milhões.

Antes do Napoli aparecer na jogada, outras equipes demonstraram interesse em contar com o experiente meio-campista. Até mesmo o Liverpool, principal adversário dos Citizens nos últimos anos, foi apontado como interessado. Inter Miami e, principalmente, Chicago Fire, ambos dos Estados Unidos também foram citados nos rumores.

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O camisa 17 deixa o City com 442 jogos disputados, 108 gols marcados e 117 assistências concedidas. Além de 18 títulos conquistados, dentre os quais seis taças da Premier League e uma da inédita Liga dos Campeões, tão cobiçada pela instituição.

Kevin De Bruyne recebeu camisa do Palmeiras

Em duas oportunidades, uma em 2023 e outra em 2024, Kevin foi presenteado com camisas do Verdão. O meia tem um torneio de base na Bélgica, que leva o seu nome, e foi presenteado nas duas edições em que as Crias da Academia do Sub-15 estiveram presentes.

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Créditos: Divulgação/Palmeiras
Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.